terça-feira, 2 de junho de 2009

Saudade mata a gente, menina...

Tenho doces recordações da minha avó paterna, ela adorava uma cantoria, fazer uma graça, brincar e sorrir. Eu tinha apenas 6 anos quando ela morreu, mas a memória não falha nesse assunto.

Nas tardes de domingo as visitas aos meus avós eram sagradas.

E D. Otácilia, deitada na cama me chamava: "Venha cá, moleca". Eu ía, feliz da vida e passava horas ao seu lado ouvindo "causos" do homem da casaca preta e me divertindo muito.

Lembro sempre dela cantando uma música que dizia: "Saudade mata a gente, menina..."

Hoje acordei assim, sendo morta um pouquinho pela danada da saudade...

5 comentários:

Alexandre Prestes disse...

que lindo

historiasdeanjos disse...

sua voh...minha voh...todas as do mundo.
tocante como foi a recordaçao eh sempre bom relembrar da laranja descascada pelas maos enrugadas de nossa segunda(as vezes primera)mamae.
e do carinho, do colo mais ke macio,
do boa noite,do sorriso,das puxadas na orelha,do amor...
tmbm sinto a falta dela.da minha e da sua
e de todas as mulheres avohs ke fizeram parte do planeta.
existem anjos sim.
elas jah estiveram entre nos...
um bjo pra vc e pra todas as mulheres! sempre eh otimo dividir o mundo com vcs!
ass. anjo

Tatiana Costa disse...

Oi Val.
Esse negócio de saudade é assim de pegar a gente de repente. Semana passada era eu quem estava com essa tal de saudade, e justo da minha querida avó paterna.

Mas sempre me consolo numa música da Marisa Monte- Vilarejo, pra lembrar as coisas belas e pensar que onde quer que ela esteja é como na música.

Beijosss

Valéria Leão disse...

Ale, lindo é o seu carinho!!! Gracias

Anjo querido, como é bom ter suas palavras sempre doces e angelicais nessa grande brincadeira...

Tati, que coincidência nossa saudade de avós paternas. rsrs...
Se bem que não é coisa rara sentir saudade...

beijo, meus queridos!!!

Lice Soares disse...

'...a saudadade é dor pungente, menina..." Ah, agora voc~e me fez voltar ao passado e ainda por cima lembrar da minha avó, também, que como a sua me contava história e me soprava cantigas. Doces lembranças.Obrigada, Valéria, por isso.
Parabéns e um grande abraço.